Terça-feira, 26 de Junho de 2007

SENDIM - UA MONEDA DE PRATA EIBÉRICA

 

Ua moneda de prata eibérica en Sendin

 

Un die fui a besitar ua eirmita acerca de Fariza, an Spanha, de l outro lado del riu Douro, delantre de Bilachana, i quedei admirado. La fiesta que fázen alhá, chaman-le la fiesta de ls Viriatos.

 

 

       

 

 

 

                      

 

Muitos outores dízen que Viriato andube  pur estes lados. Ten ua Státua an Çamora. Cierto ou nó, l que se puode dezir ye que giente amportante, de l sou tiempo, porqui passou. Se nó, cumo se splica que ne l termo de Sendin se ancuntrara ua moneda eibérica de prata?

La stória bai-se fazendo als poucos, i a las bezes, tenemos que ancontrar decumientos i saber liendas, ó tradiçones, que fágan la liaçon para tirar cunclusiones.  

Dar-las a coincer ye un ampercípio para quin querga studar bien l assunto.

Pus quedai a saber, que ye cierto, que esto ye berdade. La tradición eijiste e la moneda tamien.(1)

 

(1)-Ber « Mem. Arq.- Hist. Do Distrito de Bragança » Tomo IX, pag. 477, por Francisco Manuel Alves.

 

 

                        

sinto-me:
música: beatles
publicado por mirandum às 14:51
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Domingo, 24 de Junho de 2007

SENDIM - LS AZULEIJOS DE LA STAÇON

LS  AZULEIJOS  DE  LA  STAÇON

     Quando se scribe la stória de ua tierra tem que se falar de muita cousa. L património ye ua de las partes mais amportantes. Ye de ua parte de l nuosso património que bos bou a screbir hoije.

     En 1977 fiç un studo subre ls azuleijos de la staçon de Sendin i muito me ajudou l angenheiro Genestal Machado que me dou ls dados que me fazien falta.

     Nun bamos a falar de quien ye responsable por l stado a que chegou la staçon, mas guardei ls retratos de ls azuleijos i eiqui bos queda l que scubri. Hoije inda hai alhá alguns i ls outros póden-se cumponer.

 

 

 

     Ls azuleijos fúrun pintados por Gilberto Renda que naciu ne l fin de l seclo XIX, en Seixas, ua tierra que queda no Minho.

     L sou ouficio era “cenógrafo”, studou en Paris i trabalhou cun l coincido pintor “Salgado” que quedou famoso en azuleijos i cumponiu l palaço de Queluz.

     Gilberto Renda dezenhaba l scaleto de las figuras i apuis besti-las a la moda de l tiempo a que dezien respeito. Chamaban-le “o menino prodígio”, era de statura pequeinha i magro.

     Pintou tamien ls azuleijos de la staçon de Dues Eigreijas i de la de Caminha. Fizo inda un trabalho na calçada de la “Boa Hora” en Lisboua, este trabalho tamien yá zapareciu.

     Ls retratos que serbírun para fazer ls azuleijos de la staçon de Sendin stán nas ultimas fuolhas de l lhibro “Em volta de uma espada”, eidiçon de la Câmara de Miranda de l Douro.

sinto-me: com ansiedade
música: Pica Tomilho
publicado por mirandum às 14:37
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Quinta-feira, 14 de Junho de 2007

COREOGRAFIA DAS DANÇAS - PAULITEIROS

«LS OUFICIOS I OUTROS LHAÇOS»

 

 

Pauliteiros de Sendim

 

      Cada “lhaço” é dançado no geral, quatro vezes e no fim os dançadores, já sem bater os paus, dançam a “bicha”, que é uma dança, em que os dançadores, dançando e tocando as castanholas, vão em duas filas na direcção do público, abrindo cada fila para seu lado, na frente do palco, voltando a fazer uma fila na direcção contrária. Acabam dando um salto, ficando voltados cara com cara as duas filas.

 

    Porque achamos de interesse, vamos ainda dar uma explicação de três “lhaços”.

 

    “Ls Oufícios” – Neste “lhaço”, como o nome indica, são representados quatro ofícios que cada grupo acha mais usuais ou representativos da actividade da sua terra.

      Em Sendim, os quatro ofícios que se costumam apresentar são os de ferreiro, carpinteiro, barbeiro e ferrador.

       No fim de cada dança, cada par, uma guia e um peão, representam o seu ofício.

       Um par faz o ferreiro, o peão põe os paus na horizontal e a guia com os paus juntos simula malhar o ferro, batendo nos paus do peão.

       Outro par faz o carpinteiro, o peão põe os paus na horizontal e a guia na vertical e movimentando os paus um para cima e o outro para baixo, simulam serrar.

       Outro par faz o barbeiro, o peão põe os paus atrás, na vertical, seguros pelas mãos, e senta-se neles, enquanto a guia simula fazer-lhe a barba, servindo um pau de navalha e o outro de afiador.

       O outro par faz de ferrador, o peão faz de “burro”, inclinado para a frente, apoiado sobre os dois paus, levanta uma perna para trás e a guia segura a perna com um pau e com o outro simula ferrar. Aqui o peão pode simular dar um coice, a guia simula tirar o casco, bater na sola. É tudo uma questão de imaginação.

 

     “Las rosas” – Este “lhaço” é apenas dançado, não se utilizando os paus. Ao som da gaita-de-foles e tocando as castanholas, os pauliteiros dançam a “bitcha”. Mas, quem melhor que o nosso conterrâneo, Pe. Mourinho, para descrever esta dança?

      «Esta só se faz em volta de um alqueire de trigo cogulado, sobre o qual espetam uma estaca de que pende abundante fumeiro de carne de  porco e se coloca um jarro de vinho.

      Os dançantes executam, várias voltas circundando a oferta; no tempo devido, vêm de dois em dois celebrar a festa, dançando e sacudindo os pés, sobre a valiosa esmola, como que em bênção ou exorcismo o que me parece a transformam e definem como uma autêntica dança ritual. Dela já recolhi várias e boas imagens que oportunamente serão publicadas com texto mais desenvolvido.» 

     

      O “salto ao castelo” ou “assalto ao castelo” é uma dança sem paus e em que depois de dançarem a “bitcha” os peões de cada fila se colocam um aos ombros do outro, fazendo dois pilares voltados um para o outro, no meio do palco. Ao mesmo tempo as guias dançando, dois de um lado e dois do outro, preparam o momento do salto.

     O gaiteiro dá um sinal com a gaita-de-foles, uma das guias toma balanço para saltar, enquanto as outras se juntam aos pilares feitos pelos peões, ficando uma a fazer de “burro”, no meio, e as outras duas, cada uma de seu lado, encostadas ao burro, esperam pelo saltador.

    Este, ajudado pela guia do seu lado, salta pelo meio, dando uma cambalhota e indo cair do outro lado, onde a outra guia o ajuda a ficar em pé.

 

                    

    Formam as filas novamente e dançam a “bitcha”.

      

     Isto é o essencial para se entender a dança e poder apreciá-la melhor.

 

     A coreografia é muito variada e os “lhaços” conhecidos são mais de 50 (cinquenta), mas costumávamos dizer, nos ensaios, os “lhaços” não têm fim, pois pode sempre criar-se mais um.

     Veja-se o “lhaço” do Hino Nacional, dançado na inauguração da Casa da Criança Mirandesa(1957) e que tanto escandalizou o Padre Dr. António Mourinho, na altura. Mas o que é certo, é que só um grande conhecedor da dança e de todas as suas coreografias conseguia ensaiar um grupo para o dançar. José Pires Mourinho, irmão mais velho do Padre Dr. António Maria Mourinho, conseguiu-o.

 

sinto-me: contente
música: la bitcha
publicado por mirandum às 13:35
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Terça-feira, 12 de Junho de 2007

PAULITEIROS - COREOGRAFIA

PAULITEIROS - COREOGRAFIA

VARIANTES

      Porque julgamos relevante, vamos dar uma explicação das principais variantes que se encadeiam durante a dança de um “lhaço”. Há “lhaços” que têm várias e outros apenas uma ou duas. O início, a passagem e a “bitcha” é que são praticamente comuns a todas.

    O grupo é constituído por oito pauliteiros que se dispõem em duas filas paralelas. Os pauliteiros das pontas são as guias e os de dentro são os peões.

    Isto é importante saber-se para se poder dançar bem, já que os peões, por regra, nunca podem deixar as suas respectivas guias.

     As duas guias de cada ponta e os seus peões fazem a quatrada.

 

      Quatrada – Os quatro pauliteiros que formam a quatrada trocam entre si de posição, batendo os paus, acabando sempre por ocupar a posição inicial. A quatrada pode fazer-se com ou sem paragem a seguir a cada vez que se cruzam os pares, ou em movimentos seguidos.

 

      Corrida – Os guias de uma ponta, levando atrás todos os dançadores da sua fila vão na direcção da outra ponta, em círculos ovais, batendo com os paus e regressando ao seu lugar inicial.

 

      Guias adentro e peões afora – Os peões rodam, um quarto de volta, na direcção do centro das filas, batendo os paus e dando um passo lateral e para fora, vão ocupar o lugar das guias (fora), deixando espaço para estas, que rodando ao mesmo tempo e no mesmo sentido, dão um passo em frente ocupando o lugar dos peões, ao meio (dentro), ficando de frente para as guias da outra extremidade das suas respectivas filas.

 

      Guias afora e peões adentro – Os peões e as guias fazem os movimentos contrários à dança anterior, como facilmente se deduz, indo ocupar os seus devidos lugares, já que os peões estão no lugar das guias e as guias no lugar dos peões. Guias afora e peões adentro.

 

    “Desvolta” por dentro e por fora – As filas estão voltadas uma para a outra, as guias e os peões batem os paus nos que têm em frente (peão com peão, guia com guia), cada guia volta-se para o seu peão que por sua vez se volta para a sua guia e batem com os paus. Os peões continuam a rodar na mesma direcção e vão ficar de frente para o outro peão da sua fila com quem batem os paus. As guias acompanham o movimento dos peões e saltando vão bater nas guias da sua fila, fazendo uma fila perpendicular à primeira. Fazem o movimento inverso e regressam aos seus lugares, batendo sempre os paus.

      As guias podem ainda, ao bater guia com guia, cruzarem e irem bater os paus com os peões das outras guias e saltando irem bater com as guias da sua fila, mas já no outro extremo das filas.

 

      Guias em volta – Os peões juntam-se ao meio, costas com costas e em movimento contrário às guias, vão aparando, com os paus o batimento dos paus das guias que rodam em volta deles. Ou fazem passes, esquerda, direita.

 

      A passagem acontece no fim de cada dança, em que os dançadores de uma fila passam pelos da outra, indo formar duas filas perpendiculares às iniciais, batendo sempre os paus.

 

    Cada terra com seu uso e cada roca com seu fuso”, diz o ditado, também estes passes de dança têm várias formas de interpretação e nós não nos julgamos como os mais entendidos, mas foi assim que aprendemos. Mesmo o nome pode divergir, bom seria analisar “lhaço” por “lhaço” e descrever a coreografia deles com as variantes de terra para terra.

 

publicado por mirandum às 21:04
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Segunda-feira, 11 de Junho de 2007

SENDIM - LA FUONTE DE L LHUGAR

 

LA  FUONTE  DE  L  LHUGAR

 

     La sue costruçion ye de ourige romana, puis tén la forma de la de Quintanapalla (Burgos) i de la “fuonte del toral”  de Muga de Sayago (Zamora), a la qual  ls arqueólogos ténen cumo tal (1).

 

1

 

  

     Ye tamien eigual a la de Almaraz del Duero (Zamora) (2), a la que faç parte de la recostruçion de la “villa” romana de Chedworth (Anglaterra) i a la de Vale de Telhas (Mirandela), que tén junto deilha un marco milenário, cumo se puode ber na fotografie, al fondo, de l lhado squierdo (3).

                  

                                           2

 

                           

3

 

      La nuossa fuonte fui recostruída en la Eidade Média i mais tarde fui limpa i reparada pur nós, quando éramos perjidente de la junta de la freguesie de Sendin. Parece que apuis le labóran la cara, mas sfregóran cun tanta fuorça, que anté le apagóran la data, que stába al fondo i que, pur aqueilho que a mi se me lhembra, era MC.., talbeç de la recostruçion Mediebal.

     Fui en 1978, que scubri na Blioteca de Zamora l que bos stou a cuntar.

     Estas fuontes stában, quaije siempre, cerca de ua strada romana ou de un camino para ua “villa” romana. I, por qui cerca, passában bários. Por esso, hai quien pense que l nome Sendim bén de la palabra goda Sinth – Sind (via, caminho). Todos ls Sendin´s, de Pertual, que coincemos, stán cerca de ua ancruzelhada de caminos romanos. Deixo esto para ls antendidos. Mas, cuido que Carlos Ferreira yá dou la splicaçon na sue tese de mestrado i cun la qual you cuncordo en absoluto. La splicaçon bén ne l mesmo sentido que yá ne ls anhos 80, you defendie ne l boletin de l centro cultural de Sendim ( “Villa Sendini” ).

      Mas bámos a la fuonte (4).

                

 4

 

     Tén la forma de ua casa cun telhado a dues augas, na frente i na traseira béian-se dous arcos, l detrás stá hoije cerrado.

     Ye toda en piedra cun medidas próprias de la cantarie romana (5).

                  

 5

 

     Las sues medidas pur fuora son estas:

-          medida de la frente 3,40m

-          medida de fondo 3,20m

-          Lhados de l triangulo eisósceles de l telhado, na frente, 2,00m

-          Raio de l arco de la abóbada 1,20m

-          Altura de ls muros laterales 1,20m (éran mais altos, mas al fazéren la rue quedóran mais enterrados).

-          La cornije 0,20m

     La parte de drento ye toda en abóbada de canhon.

     La meiorie de las fuontes tén cinco piedras en cada arco, mas la nuossa

tén uito, l que quier dezir que la acrescentóran quando la recostruíran (6). Se mirardes bien para l arco, bei-se bien la eimenda,  en riba, i queda un pouco abangado. Serie dessa altura la data que stába nua piedra de l arco de l fondo.

 

                 

 6

  

     Tén, delantre deilha, un depósito que en tiempos serbiu para bober l ganado.

     Hai ua para ls lhados de Mondin que se aparece cun eilha. Ye mais pequeinha i nun tén depósito, mas dessa falaremos noutra oucasion.

     Tenemos que ir screbindo algo para que la nuossa memoria nun se perda.

sinto-me:
música: canto gregoriano
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Quarta-feira, 6 de Junho de 2007

PAULITEIROS - LHAÇOS

     

 

Laços dos pauliteiros:

a)      – “Lhaços” de motivos agrícolas.

b)      – “Lhaços” de motivos de amor.

c)      – “Lhaços” de motivos de descrição geográfica.

d)     – “Lhaços” de motivos de descrição profissional.

e)      – “Lhaços” de motivos de maldizer.

f)       – “Lhaços” de motivos históricos.

g)      – “Lhaços” de motivos religiosos.

h)      – “Lhaços” de motivos benatórios.

i)        – “Lhaços” de outros motivos.

j)        – “Lhaços” sem letra.

 

 

 

      De motivos agrícolas:

 

      - Canário

      - Joanica

      - L carrascal

      - L toro

      - La yerba

      - Las rosas (1)

      - Padre António

 

      De motivos de amor:

 

- Ai de mi…

- Anramada

- Caballero

- L maridito

- La berde

- La pimienta

- La selombra

- Las fadigas

 

De motivos de descrição geográfica:

 

- Calles de Roma

- Campanitas de Toledo

- Çaramontaina

- La puente

 

De motivos de descrição profissional:

 

- L saio

- L pison

- Ls oufícios

 

De motivos de maldizer:

 

- Balantina

- Freixenosa

 

De motivos históricos:

 

- D. Rodrigo

- General Prim

- Mirandun

- L moro

- L passeio del rei

 

De motivos religiosos:

 

- Acto de contrição

- Carmelita (2)

- La fiesta

- Palombas

- Primavera

- Sacramento

 

De motivos benatórios:

 

- La lhiebre (3)

- L tordo

- Perdigon

 

De outros motivos:

 

- Caballero

- Canedo

- L gato

- La mulhier

- La posada

- La scura

- La tchina

 

Sem letra:

 

- La bitcha

- Las rosas

- Las tairas

- Salto al castillo

- Binte i cinco abierto

- Binte i cinco de ruoda

- L fado

 

Nota: Em itálico aqueles cuja música pode ouvir no site www.sendim.net.

 

(1)   – Versão deste lhaço que aprendemos e que é diferente da descrita pelo Pe. Mourinho, por isso a escrevemos.

 

Se quieres ir a colher rosas,

Al jardin de l miu senhor.

Al colher la branca flor,

Culhe la de mais en baixo,

Que ye la de melhor oulor.

I melhor oulor.

 

(2)   – Versão deste lhaço, pelo mesmo motivo do anterior.

 

       Dius te salbe Carmelita fermosa,

       Que fuste sposa de San Jesé,

       Cumo stabas ne ls altos castilhos

       Sperando las balas cuntra l lucifer.

       Marie, la mulhier mais pura

       Que ne l mundo puode haber,

       Creada i nacida,

       I nacida i creada,

       Quando era açucena i quando cristal.

       Que l diabro tomou por ampenho

       Que l santo rosairo nun se há de rezar.

       Debotos benien de manos lhegar

       A rezar l rosairo, Marie,

       Que l reino de l cielo

       Queremos alcançar.

        I queremos alcançar.

 

 

(3)   – Versão deste lhaço, pelo mesmo motivo do anterior.

 

       Aqueilha canhada arriba,

       Ua lhiebre bi correr,

       Tu le atiras,

       You le atiro,

       Nun la pudimos colher.

       Tu que le atireste,

       You que le atirei,

       Nin tu la mateste

       Nin you la matei.

 

         

 

        

sinto-me: bem disposto
música: campanitas de toledo
publicado por mirandum às 10:58
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